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Tudo sobre PL Antifacção

Motta acusa Haddad de espalhar narrativa falsa sobre o PL Antifacção

O presidente da Câmara, Hugo Motta, acusou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de espalhar uma ‘narrativa falsa’ sobre o PL Antifacção em um vídeo nas redes sociais. Motta destacou que Haddad disse que o projeto enfraquece a Polícia Federal, uma alegação contestada pelo ex-capitão do Bope, Rodrigo Pimentel, que afirmou que as mudanças propostas afetam apenas 4% dos recursos. O ministro argumenta que a redistribuição financeira impacta negativamente a PF e a Receita Federal. Motta respondeu que o essencial para a PF permanecerá intacto e que o debate é superdimensionado.

Senador promete corrigir inconstitucionalidades do PL Antifacção

O senador Alessandro Vieira, relator do PL Antifacção no Senado, prometeu corrigir inconstitucionalidades no texto aprovado pela Câmara, especialmente em relação ao auxílio-reclusão. Em entrevista, Vieira criticou a comunicação agressiva do governo e assegurou que a Polícia Federal não sofrerá perdas financeiras devido a mudanças no projeto. Ele está articulando tramitação equilibrada no Senado e destacando sua independência, considerando superadas discussões sobre as prerrogativas da PF. Enquanto a CCJ discute o PL, o governo foi aconselhado a evitar uma abordagem de confronto com o Congresso, focando no que realmente importa para a segurança pública.

Hugo Motta desafia Governo Lula com PL Antifacção

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, finalizou a tramitação do PL Antifacção, mantendo apoio da base bolsonarista. Motta criticou o governo Lula por não apoiar a nova versão do projeto. Ele afirmou que a aprovação foi uma vitória para a sociedade e trouxe questões de segurança à tona. O líder do PT, Lindbergh Farias, apontou uma crise de confiança entre o governo e Motta, lembrando a recente derrota do Planalto. A expectativa é que o governo melhore a proposta no Senado. Lula argumenta que a nova versão prejudica o combate ao crime organizado e traz insegurança jurídica.

Andrei Rodrigues depõe na CPI do Crime Organizado e discute crime no Brasil

Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal (PF), depôs nesta terça-feira na CPI do Crime Organizado. Ele foi convocado pelo relator Alessandro Vieira para contribuir na investigação sobre a relação entre o sistema prisional e a polícia. Rodrigues, que assume a PF desde 2023, possui vasta experiência, inclusive na segurança da ex-presidenta Dilma Rousseff. Em sua gestão, a PF lidou com casos notórios, como os homicídios de Marielle Franco e do indigenista Bruno Pereira. Durante a CPI, discutiu-se o PL Antifacção, que busca fortalecer a atuação da corporação no combate ao crime organizado no Brasil.

Governo e Câmara se reúnem em busca de consenso sobre o PL Antifacção

Na noite de 17 de novembro de 2025, a ministra Gleisi Hoffmann se encontrou com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para discutir o PL Antifacção. Gleisi afirmou que não há consenso sobre o relatório apresentado por Guilherme Derrite e que uma nova versão será elaborada antes da votação marcada para 18 de novembro. O governo expressou insatisfação com o texto atual, que ainda gera descontentamento tanto na oposição quanto entre os governistas. Motta não espera consenso e ressaltou que o texto pautado será o melhor possível, sem incluir aprovações que inviabilizem a proposta.

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